coleção éden

 

formas básicas douradas e espelhos aplicados em proporções e modos não usuais materializam a coleção éden.

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os textos do arquiteto suíço Bernard Tschumi sobre o prazer da arquitetura norteiam nossa concepção conceitual neste novo momento. a oposição aos dogmas funcionalistas e busca pela sensualidade e pelo desejo do objeto projetado se refletem na composição e na materialidade das peças que compõem a coleção. 

assim como a satisfação dos sentidos não é erotismo, a experiência sensual do espaço não faz a arquitetura. muito pelo contrário, o “prazer do excesso” requer tanto consciência como voluptuosidade. o prazer da arquitetura contém (e dilui) simultaneamente os constructos mentais e a sensualidade. nem o espaço nem os conceitos, por si sos, são eróticos, mas a confluência entre ambos.
— Bermard Tschumi
 
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Eliahu Cohen